Engenharia de Comunicação comemora aniversário construindo reputação para empresas através do jornalismo
A visibilidade continua sendo um indicador relevante, mas já não sustenta, sozinha, a posição de uma empresa no mercado. “Nem sempre visibilidade se traduz em relevância. No B2B, as decisões costumam considerar histórico, consistência e confiança. A comunicação ajuda a dar clareza a esses pontos, para que a empresa seja melhor compreendida pelo mercado”, afirma Patricia Stedile, CEO da Engenharia de Comunicação.
Chegando aos seus 22 anos, a empresa atua em uma etapa menos evidente da comunicação corporativa, aquela que não se mede apenas por alcance, mas pela percepção de valor ao longo do tempo: a construção de reputação como ativo estratégico.
Ao longo de mais de duas décadas, a agência consolidou no mercado de assessoria de imprensa, atuando majoritariamente com empresas B2B, aquelas que vendem para outras empresas. E nesse universo, a comunicação não se resolve com alcance ou engajamento superficial; ela precisa sustentar decisões.
“Quando falamos com o consumidor final, muitas vezes a comunicação pode ser mais direta, emocional. No B2B, só isso não basta. Existe análise, comparação, risco envolvido. A empresa precisa ser percebida como confiável antes de qualquer conversa comercial”, afirma Patricia Stedile.

Patricia Stedile, CEO da Engenharia de Comunicação
A especialização não foi definida em um plano inicial, mas moldada pela própria base de clientes. Com o tempo, setores como tecnologia, indústria, energia e serviços especializados passaram a dominar o portfólio, áreas em que a comunicação exige tradução constante de temas complexos para o debate público.
“Nosso trabalho está focado em gerar entendimento. Operamos como uma camada de tradução entre especialistas e o noticiário”, diz Stedile.
Essa abordagem dialoga com conceitos difundidos por Philip Kotler, que aponta a necessidade de conexão e confiança em ambientes digitais, e por Joe Pulizzi, que consolidou o marketing de conteúdo como estratégia de construção de autoridade.
Isso se traduz em uma operação contínua: transformar temas técnicos em pauta, posicionar executivos como fontes de informação e inserir empresas no noticiário a partir de agendas que extrapolam o interesse institucional.
Um dos exemplos recentes dessa lógica resultou em reconhecimento nacional. A agência foi premiada no Prêmio Especial Qualifio 2026, dentro do Prêmio Nacional Abracopel de Jornalismo, com uma reportagem sobre o mercado ilegal de cobre no Brasil, desenvolvida para a Reymaster Materiais Elétricos.
O dado central, de que uma parcela significativa dos fios de cobre utilizados no país tem origem ilícita, desloca a discussão do campo comercial para um problema estrutural, com impactos econômicos e de segurança.
“Quando o conteúdo entra em uma pauta pública, a marca passa a ser associada a conhecimento, não a promoção. Isso muda o peso da comunicação”, afirma Patricia.
Comunicação que acompanha crescimento
A atuação da Engenharia de Comunicação também se reflete em trajetórias de clientes que escalaram suas operações ao longo do tempo.
É o caso da ROIT, que iniciou como uma plataforma de contabilidade e hoje opera como um ecossistema de soluções fiscais e financeiras. Após atingir R$ 80 milhões de faturamento em 2025, a empresa projeta alcançar R$ 120 milhões em 2026.
“A Engenharia está conectada à nossa história. Não apenas na visibilidade, mas na forma como o mercado passou a nos enxergar”, afirma o CEO Lucas Ribeiro. “A construção de autoridade em temas como reforma tributária não aconteceu de forma pontual. Foi um processo”.
Desde 2018, a produção recorrente de conteúdos jornalísticos sobre o tema posicionou a empresa e seus especialistas como fontes frequentes em discussões sobre mudanças no sistema tributário.
Outro movimento acompanhado pela agência foi o da Trackfy WakeCap, empresa de tecnologia aplicada à indústria. Fundada como startup, a companhia ganhou tração ao longo dos anos até concluir, em 2025, uma fusão com a saudita WakeCap, movimento que ampliou sua presença internacional.
“Credibilidade não se constrói apenas com tecnologia. Ela precisa ser percebida. E a comunicação teve papel nisso”, afirma o fundador da Trackfy, Túlio Cerviño.
A Engenharia de Comunicação acompanha a trajetória, também, da Magis5, empresa especializada em automação e integração para marketplaces. Com um história de resultados expressivos – a Magis5 atende milhares de sellers, incluindo grandes operações que chegam a processar mais de R$ 10 bilhões de GMV por ano nos principais marketplaces – o hub estreou um novo momento neste ano, ao se aproximar de um das maiores empresas especializadas em automação e integração para marketplaces, a Sankhya. A agência contou essa história.
“Como uma startup jovem, buscávamos mais do que uma assessoria de comunicação; procurávamos parceiros que acreditassem em nossa visão. Na Engenharia de Comunicação, encontramos esse apoio. O trabalho, a dedicação e o comprometimento de toda a equipe foram fundamentais para fortalecer nossa marca e contribuir para nossa trajetória de crescimento. Nosso sincero agradecimento e parabéns a todos que fazem parte deste time tão especial”, diz o CEO da empresa, Claudio Dias.
Além de empresas, a agência também atua junto a entidades setoriais, como a Assespro Paraná, ampliando o escopo da comunicação para além das marcas individuais.
Nesse caso, o trabalho envolve estruturar narrativas que conectem interesses do setor com agendas públicas, ajudando a pautar temas como inovação, desenvolvimento econômico e políticas públicas. “A presença na imprensa permite que o setor seja ouvido de forma mais qualificada”, afirma o presidente da entidade, Adriano Augusto Krzyuy. “Não é só divulgar conquistas, mas participar do debate.”
A origem jornalística
A base dessa operação está na formação da fundadora. Antes de criar a agência, em 2004, Patricia Stedile atuou em redações como Rádio Globo, Rádio Cultura e Rádio Independência, além de editar as Revistas Mundo Geo e Negócios Públicos.
A experiência moldou a lógica do negócio: compreender o que é notícia, como uma pauta se sustenta e quais elementos tornam uma informação relevante para o público.
“Assessoria de imprensa, para funcionar, precisa respeitar a lógica do jornalismo. Não adianta tentar impor uma narrativa. Ela precisa fazer sentido dentro do que é notícia”, diz.
Com formação em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná e pós-graduação em Marketing Empresarial pela Universidade Federal do Paraná, Patricia estruturou a agência em um ponto de interseção entre conteúdo, estratégia e mercado.
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Sobre a Engenharia de Comunicação:https://engenhariadecomunicacao.com.br/

